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Assédio e desrespeito são as marcas do Santander no país

26/09/2017 às 11:10
SEEB Bauru
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Trabalhar num banco, hoje em dia, não é nada agradável. Os bancários estão entre os trabalhadores que mais contraem doenças físicas e mentais em razão de suas atividades. Por quê? Porque estão submetidos a uma rotina que, cada vez mais, se baseia na pressão pelo cumprimento de metas. É um modelo que já se provou extremamente equivocado.

Entre os bancos que atuam no Brasil, o Santander é o mais agressivo na cobrança de metas. Nem o lucro recorde do último semestre (de R$ 4,6 bilhões, que representou 26% do lucro mundial do banco) foi suficiente para o Santander mudar seu estilo de gestão.

Em 2016, o banco fechou 2.770 postos de trabalho, e as demissões continuam a ocorrer: no primeiro semestre, outras 658 vagas foram extintas pelo banco. Em Bauru, o Santander realizou quatro demissões sem justa causa nos últimos quinze dias.

Em Bauru, chama atenção a insensibilidade das demissões, que incluem a de uma bancária que voltou de licença-saúde de dois anos e foi demitida no mesmo dia do seu retorno e, ainda, a de um bancário que estava prestes a entrar no período de estabilidade pré-aposentadoria.

O Sindicato já prepara ações judiciais para reparar essas injustiças. Não podemos achar natural tanto assédio e desrespeito!

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