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Sem muitos avanços em rodada do Banco do Brasil

27/07/2018 às 11:30
Bancários Bahia
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A quarta rodada de negociação do Banco do Brasil terminou sem avanços significativos. A instituição sinalizou a renovação dos itens das cláusulas sociais que já constam no atual acordo e prometeu apresentar redação de alguns itens que foram debatidos.

A Comissão de Empresa dos Funcionários solicitou o avanço em relação à cláusula de ausências, acrescentando as madrastas e padrastos. Previdência complementar também esteve na pauta da rodada desta quinta-feira (27/07) e a direção do BB afirmou que tem tratado sobre a proposta da minuta de melhoria dos planos de previdência patrocinados pela empresa internamente, além dos que envolvem empregados dos bancos incorporados.

Os problemas enfrentados pelos funcionários ao solicitar as férias também foram debatidos. Os bancários reclamam que as cobranças de adiantamentos vêm antes do crédito e o que parece, na prática, é que estão pagando para gozar do benefício. Segundo o Banco do Brasil, a situação acontece por conta da operacionalização do E-Social e que já discute uma maneira de amenizar os problemas.

Na oportunidade, a instituição apresentou proposta de abrir a possibilidade de parcelamento de férias em três períodos, dentro das regras vigentes na lei trabalhista. Uma proposta de redação será apresentada em negociação.

LGBTI
Os pontos da pauta sobre os funcionários LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Pessoas Intersexo) também foram discutidos. O banco informou a existência de normativo específico e que vai verificar os problemas, como os apresentados nas questões que envolvem o nome social em todos os sistemas de identificação.

BB propõe reduzir prazo para descomissionar
Os representantes dos funcionários do Banco do Brasil não ficaram nem um pouco satisfeitos com a proposta apresentada pela empresa para reduzir em apenas um ciclo avaliatório de GDP (Gestão de Desempenho Profissional) o período para descomissionamento decorrente de avaliação funcional. Acreditam que a mudança vai gerar ainda mais insegurança e facilitará as situações de assédio e perseguição contra os funcionários.

O argumento da direção do BB, apresentado na reunião desta quinta-feira (263/07), é que com um ciclo todos os funcionários com cargos comissionados seriam igualados. Porém, os empregados afirmaram que os superintendentes orientam, em reuniões por todo país, que os gestores devem aumentar o número de anotações na GDP para facilitar os descomissionamentos.

Para embasar as reclamações, a Comissão de Empresa apresentou diversos argumentos que mostram que a GDP não vem sendo seguida há muito tempo. Exemplo disso é que a média das avaliações e as notas dos pares e dos subordinados não estão sendo observadas. Ao considerar apenas um ciclo, aumenta o risco de adoecimento pela pressão sentida pelos funcionários.
 

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