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PLANTÃO / ECONOMIA

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Vida mais difícil para os trabalhadores: inflação registra alta e inadimplência no país é recorde

14/05/2019 às 12:51
CSP-Conlutas
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Em algumas regiões, o preço do quilo do tomate tem sido encontrado por mais de R$ 10. A gasolina também volta a ser encontrada por até R$ 5 nas bombas de alguns postos. A inadimplência no país bateu recorde. Essas são algumas notícias sobre o cenário econômico que mostram que a vida dos brasileiros não está fácil. 
Segundo o IBGE, a prévia da inflação do mês de abril é a maior desde 2015. O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), que mede a inflação oficial, registrou alta de 0,72% neste mês. Em março, a variação foi de 0,54%. Em 12 meses, o acumulado no ano soma 1,91% e, nos últimos 12 meses, chega a quase 5%, atingindo 4,71%.

A maior pressão para a alta inflacionária no período foram os combustíveis (3%). A gasolina registrou a maior variação individual com 3,22%. O etanol (2,74%) e o óleo diesel (1,06%) também subiram.

O IBGE apurou ainda elevação de 1,04% na tarifa de ônibus urbanos, assim como trem (3,05%) e metrô (0,68%).

O tomate avançou 27,84% e teve a segunda maior contribuição individual no índice do mês, com impacto de 0,07 ponto percentual. Também contribuíram para esse resultado as carnes (1,55%) e as frutas (3,36%), ambas com 0,04 ponto de impacto. A cebola passou de -0,34% para 13,44%.

Outro aumento foi do item energia elétrica: 0,58%, acima de março (0,43%). O gás encanado variou 0,84% e a taxa de água e esgoto, 0,47%. O grupo Habitação teve alta de 0,36%.

Inadimplência recorde

O número de consumidores inadimplentes no Brasil chegou a 63 milhões em março, uma marca recorde desde 2016, quando teve início a série histórica, de acordo com a Serasa Experian. Segundo a empresa de análise e informações de crédito, isso significa que 40,3% da população adulta do país estava com dívidas atrasadas no mês.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior (61 milhões), o aumento foi de 3,2%, ou 2 milhões a mais de pessoas. Na comparação entre março e fevereiro, a alta foi de 1,2%.

O aumento do desemprego e o repique da inflação nos primeiros meses do ano resultaram em perda da renda, que impacta diretamente na inadimplência, na avaliação de analistas da Serasa, em comunicado da empresa. A concentração de compromissos financeiros típicos de início de ano (IPTU, IPVA, material escolar, etc.) também pressionou o orçamento da população segundo o documento.

PIB rebaixado

O Banco Central reduziu a projeção do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro para este ano. Segundo levantamento da pesquisa Focus, divulgada pela instituição, a estimativa é que a economia nacional registre um crescimento de apenas 1,71%. Na semana anterior, as previsões apontavam 1,95%. É a 8ª queda seguida nas projeções do índice que mede a geração de riqueza no país.

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