
Com perdas reais acumuladas desde 2020, SEEB-MA convoca categoria para greve e rejeita proposta da Fenaban
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O SEEB-MA alerta: sem mobilização forte e greve nacional, a categoria corre o risco de aprofundar as perdas. Os números mostram que a vantagem dos reajustes sobre a inflação foi diminuindo ao longo dos anos e já virou prejuízo no salário.
De 2016 a 2025, os reajustes acumularam 70,98%, diante de 59,31% de INPC. Descontado o efeito da inflação, isso representou ganho real de 7,33%. De 2018 a 2025, esse ganho caiu para apenas 1,97%.
De 2020 a 2025, a situação se inverteu: os reajustes somaram 40,68%, enquanto o INPC chegou a 42,11%. Resultado: perda real acumulada de 1,01% no poder de compra.
Mesmo assim, a Contraf-CUT alardeia como conquista o INPC + 0,6% proposto pela Fenaban. Só que esse percentual não recupera nem a perda de 1,01% já acumulada. Ou seja, o chamado "ganho real" não tira a categoria do prejuízo. O arrocho continua!
"2016 foi o ano da última grande greve nacional dos bancários. Desde então, o ganho real foi encolhendo até virar perda. Para o SEEB-MA, a lição é clara: sem greve em 2026, os banqueiros e a Contraf continuarão impondo arrocho e retrocessos. Não podemos permitir" - afirmou o coordenador-geral Rodolfo Cutrim.
Chega de vender migalha como vitória. É hora de recuperar perdas, conquistar reajuste digno e voltar a avançar de verdade. Se é grave, é greve!
Bancários já acumulam perdas: "ganho real" de 0,6% é migalha e arrocho; é hora da greve nacional!
© SEEB-MA. Sindicato dos Bancários do Maranhão. Gestão Trabalho, Resistência e Luta: por nenhum direito a menos!